Gemstones of Brazil – Geology and Occurrences

Patrick J. V. Delaney
Brasil é o maior produtor de gemas, mas esses tipos de depósitos geológicos ainda é muito pouco estudados.
Este livro tenta agrupar pela primeira vez os vários dados existentes dos depósitos brasileiros de gemas.
As vantagens dessa publicação é que ela certamente abrirá um enorme campo para novos trabalhos sobre a geologia dos depósitos desse tipo, e o retorno é que ele será um ponto de partida e muito dos conceitos aqui emitidos poderão mudar com o aprofundamento dos estudos da origem dos depósitos brasileiros de gemas.
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Livro: Gemstones of Brazil – Geology and Occurrences

Estimados $1 trilhão em depósitos minerais afegãos

(Reprodução)

Localizada entre a região de Krasnoairsk e a república da Iakútia, jazida de diamantes até então mantida em segredo possui características únicas. Especialistas afirmam que há grandes perspectivas de utilização desses materiais nos campos da ótica e da eletrônica.


Foto: Divulgação


A jazida na fronteira da região de Krasnoiarsk e da república da Iakútia tem diamantes singulares e de extrema dureza. O seu volume chega a alguns trilhões de quilates, o que a coloca na posição de maior do mundo.

A reserva na região siberiana formou-se a partir da queda de um meteorito e foi descoberta ainda na década de 1970, embora sua exploração não fosse possível naquela época, informa o doutor em geologia de minas, Aleksandr Portnov.

“A impactante descoberta dessa jazida de diamantes foi mantida por muito tempo em completo sigilo porque as suas reservas são extraordinariamente grandes. O segredo se manteve enquanto não era possível determinar se os diamantes podiam ser usados pela indústria”, explica Portnov.

O volume que pode ser utilizado na indústria gira em torno de 5 bilhões de quilates. No entanto, as pedras in natura não são mais tão fortes no mercado.

“As utilizações técnicas do diamante são muitas, mas, em função do êxito das experiências de sintetização de cristais, há no mercado muitos brilhantes sintéticos, com características industriais já predefinidas”, justifica o comentarista da agência de informação e análise Rough & Polished, Serguêi Goriainov.

Ao retirar o diamante da natureza, não é possível garantir quais serão exatamente as suas características. “Por isso, a participação dos diamantes naturais no mercado técnico tem caído bastante”, continua Goriainov.

Apesar disso, algumas grandes corporações manifestaram interesse pela jazida russa.

“Os diamantes dessa jazida têm características bem excepcionais. Eles são bem mais duros do que os diamantes comuns que conhecemos”, disse à rádio Kommersant FM o diretor do Instituto de Geologia e Mineralogia da Sibéria, Nikolai Pokhilienko.

Segundo ele, por ser o material mais resistente encontrado na natureza, esse tipo de diamante poderia gerar uma revolução na indústria de ferramentas e instrumentos, de perfuração e de transformação.

“Eles podem ser usados em uma série de ramos das indústrias eletrônica e ótica. Há grande interesse entre as empresas de maior porte, como a De Beers e uma série de companhias japonesas”, declarou Pokhilienko.

Pela avaliação dos cientistas, os recém-revelados recursos da jazida de Popigai são suficientes para abastecer o mundo todo por três mil anos.


FONTE: Gazeta Russa 

Cientistas revelam maior jazida de diamantes do mundo

O mais recente informe consolidado do Serviço Geológico Nacional (antes Ingeominas) correspondente ao primeiro trimestre de 2012, demonstra que a produção de minerais no país colombiano segue em alta, apesar das restrições ambientais e demora na concessão de licenças.

A recuperação mais significativas é das Esmeraldas. O país passou de exportar U$ 28,2 milhões a U$ 35,8 milhões entre o primeiro trimestre de 2011 e 2012, respectivamente, o que evidencia um crescimento de 26,9%.

O aumento torna-se relevante se considerarmos que nos anos anteriores foi caindo de produção esmeralda no país. No entanto, a Colômbia continua sendo o maior produtor mundial de esmeraldas e fornece as melhores.

Quanto ao ouro, o crescimento da produção de ouro no primeiro trimestre deste ano foi de 7,1%. O país passou de produzir 12,6 mil toneladas para 13,5 toneladas. Estima-se que em alguns anos, o país vai se tornar um grande jogador no mercado de ouro, tendo em conta os depósitos gigantes encontrados em regiões como Santander, Tolima e Antioquia.

A produção de prata é a única que cai. De 6,7% no primeiro trimestre de 2011, para 4,2 toneladas em 2012, de acordo com o relatório da Pesquisa Nacional Geológico.

FONTE: Facebook.com/ComunidadJoRe

Colômbia produz mais ouro e esmeraldas que nunca

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