Fonte: CJoRe
Quince maestros artesanos participaron en la elaboración de la pieza que se realizó por encargo con un precio de salida de 160.000 euros.
Es algo más que una pieza de colección... Un kilo de oro, un millar de esmeraldas naturales y 80 diamantes negros y blancos esculpen la figura de un caballo árabe único en el mundo. La firma cordobesa de alta joyería y orfebrería Monna lo exhibe hoy en Marbella Luxury Weekend.
Un total de 15 maestros artesanos han trabajado tres meses con total dedicación sobre la pieza de 15 centímetros de alto y 20 de largo para mostrarla en una de las vitrinas de la Joyería Gómez y Molina, que ha prestado sus instalaciones a la casa andaluza fundada hace un cuarto de siglo. El caballo está fabricado en oro amarillo de 18 quilates y luce sus abalorios –la silla y el bocado–, que por cierto son desmontables, en oro rosa.
El corcel descansa sobre un lecho de oro con esmeraldas naturales. Su precio ronda la friolera de 160.000 euros, aunque al trabajarse únicamente por encargo y de manera totalmente personalizada, el precio va subiendo en función de los caprichos del cliente. «No existen moldes, se trabaja en función de lo que nos pidan», subraya el representante de la firma, Ángel León.
Caballo árabe de alta orfebrería único en el mundo expuesto en Marbella Luxury Weekend, España
Fonte: Veja
Mais de 80% dos depósitos de ouro do mundo se formaram a partir de
terremotos. Um estudo desenvolvido por pesquisadores australianos mostra
que o precioso metal se forma em virtude da despressurização rápida de
fluidos ricos em minerais presentes no interior da crosta terrestre,
provocada pelos abalos sísmicos. A pesquisa foi publicada neste domingo,
na revista Nature Geoscience.
Em profundidades que variam de 5 a 30 quilômetros, fluidos com diversas substâncias dissolvidas, como ouro e minerais, presentes nas cavidades de falhas geológicas da crosta terrestre são submetidos a temperatura e pressão elevadas. Terremotos nessas regiões podem causar uma queda de pressão tão grande que faz com que esses líquidos se vaporizem instantaneamente.
Queda de pressão – De acordo com os pesquisadores, a pressão pode cair de 3.000 vezes a pressão atmosférica para uma pressão quase idêntica à da superfície da Terra, o que faz com que o fluido passe por um processo de "vaporização instantânea”. A despressurização faz com que os fluidos sofram uma expansão de até 130.000 vezes seu tamanho, formando um vapor de baixa densidade.
Quando isso ocorre, os resíduos sólidos presentes no fluido, como o ouro, ficam para trás, acumulando-se ao longo do tempo. Mais tarde, a entrada de novos fluidos nas cavidades pode dissolver alguns dos minerais deixados para trás, mas aqueles menos solúveis, como o ouro, vão se acumulando cada vez mais à medida que novos terremotos ocorrem.
Os autores do estudo estimam que falhas geológicas ativas podem produzir 100 toneladas de ouro em menos de 100.000 anos.
A ideia com que depósitos de ouro se formam a partir de fluidos ricos em minerais em falhas nas rochas abaixo do solo já era conhecida dos geólogos, mas a maneira como o ouro se acumula não estava clara, pois não se supunha que as mudanças de pressão desencadeadas por terremotos fossem tão grandes quanto as estimadas no estudo.
Rápida despressurização em falhas geológicas provoca o acúmulo do metal
| Ouro: de acordo com pesquisadores, falhas geológicas ativas podem produzir 100 toneladas do metal em menos de 100.000 anos (Thinkstock) |
Em profundidades que variam de 5 a 30 quilômetros, fluidos com diversas substâncias dissolvidas, como ouro e minerais, presentes nas cavidades de falhas geológicas da crosta terrestre são submetidos a temperatura e pressão elevadas. Terremotos nessas regiões podem causar uma queda de pressão tão grande que faz com que esses líquidos se vaporizem instantaneamente.
Queda de pressão – De acordo com os pesquisadores, a pressão pode cair de 3.000 vezes a pressão atmosférica para uma pressão quase idêntica à da superfície da Terra, o que faz com que o fluido passe por um processo de "vaporização instantânea”. A despressurização faz com que os fluidos sofram uma expansão de até 130.000 vezes seu tamanho, formando um vapor de baixa densidade.
Quando isso ocorre, os resíduos sólidos presentes no fluido, como o ouro, ficam para trás, acumulando-se ao longo do tempo. Mais tarde, a entrada de novos fluidos nas cavidades pode dissolver alguns dos minerais deixados para trás, mas aqueles menos solúveis, como o ouro, vão se acumulando cada vez mais à medida que novos terremotos ocorrem.
Os autores do estudo estimam que falhas geológicas ativas podem produzir 100 toneladas de ouro em menos de 100.000 anos.
A ideia com que depósitos de ouro se formam a partir de fluidos ricos em minerais em falhas nas rochas abaixo do solo já era conhecida dos geólogos, mas a maneira como o ouro se acumula não estava clara, pois não se supunha que as mudanças de pressão desencadeadas por terremotos fossem tão grandes quanto as estimadas no estudo.
Terremotos deram origem a mais de 80% dos depósitos de ouro do planeta
O mais recente informe consolidado do Serviço Geológico Nacional (antes Ingeominas) correspondente ao primeiro trimestre de 2012, demonstra que a produção de minerais no país colombiano segue em alta, apesar das restrições ambientais e demora na concessão de licenças.
A recuperação mais significativas é das Esmeraldas. O país passou de exportar U$ 28,2 milhões a U$ 35,8 milhões entre o primeiro trimestre de 2011 e 2012, respectivamente, o que evidencia um crescimento de 26,9%.
O aumento torna-se relevante se considerarmos que nos anos anteriores foi caindo de produção esmeralda no país. No entanto, a Colômbia continua sendo o maior produtor mundial de esmeraldas e fornece as melhores.
Quanto ao ouro, o crescimento da produção de ouro no primeiro trimestre deste ano foi de 7,1%. O país passou de produzir 12,6 mil toneladas para 13,5 toneladas. Estima-se que em alguns anos, o país vai se tornar um grande jogador no mercado de ouro, tendo em conta os depósitos gigantes encontrados em regiões como Santander, Tolima e Antioquia.
A produção de prata é a única que cai. De 6,7% no primeiro trimestre de 2011, para 4,2 toneladas em 2012, de acordo com o relatório da Pesquisa Nacional Geológico.
FONTE: Facebook.com/ComunidadJoRe
A recuperação mais significativas é das Esmeraldas. O país passou de exportar U$ 28,2 milhões a U$ 35,8 milhões entre o primeiro trimestre de 2011 e 2012, respectivamente, o que evidencia um crescimento de 26,9%.
O aumento torna-se relevante se considerarmos que nos anos anteriores foi caindo de produção esmeralda no país. No entanto, a Colômbia continua sendo o maior produtor mundial de esmeraldas e fornece as melhores.
Quanto ao ouro, o crescimento da produção de ouro no primeiro trimestre deste ano foi de 7,1%. O país passou de produzir 12,6 mil toneladas para 13,5 toneladas. Estima-se que em alguns anos, o país vai se tornar um grande jogador no mercado de ouro, tendo em conta os depósitos gigantes encontrados em regiões como Santander, Tolima e Antioquia.
A produção de prata é a única que cai. De 6,7% no primeiro trimestre de 2011, para 4,2 toneladas em 2012, de acordo com o relatório da Pesquisa Nacional Geológico.
FONTE: Facebook.com/ComunidadJoRe
Colômbia produz mais ouro e esmeraldas que nunca
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