quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Gemas, Joias e Mineração: Pesquisas aplicadas no Rio Grande do Sul (LIVRO - PDF)

O livro "Gemas, Joias e Mineração: Pesquisas aplicadas no Rio Grande do Sul" está disponível para download no site do CTP (Centro Tecnológico de Pedras, Gemas e Joias do Rio Grande do Sul.

Segue link para acessar o livro: http://ctpedras.upf.br/images/pdf/livros/gemas-joias-mineracao-pesquisas-aplicadas-rs-ctedras-2016.pdf 

Para mais informações sobre o CTP, acesse: http://ctpedras.upf.br/ 

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Joalheria inova e cria joias com leite materno

Anel de cobre com leite materno.
Foto: Mamma's Liquid Love.
Amamentar é momento especial na maternidade, um ato de amor entre mãe e filho. É ainda saúde, sendo recomendável apenas o leite materno no primeiros seis meses de vida do bebê.

Entretanto, algumas mulheres não podem amamentar mesmo querendo. Surge então como luz no fim do túnel, mulheres com excesso de leite materno que fazem doação ou dão de mamar a bebês que não são seus. 

Anel de prata.
Foto: Mamma's Liquid Love.
E isso foi o caso de Ann Marie Sharoupim, que não podia dar de mamar e teve que recorrer a doadoras de leite materno e com isso surgiu a ideia de criar uma linha de joias feitas a base de leite materno.

A marca Mamma's Liquid Love é composta por aneis, colares e brincos, que ao primeiro olhar é difícil de notar que dentro contém leite materno. Para muitas mulheres vestir-se destas joias podem ter um grande significado emocional.

Sharoupim, é uma profissional da área farmacêutica, envia amostras de leite materno à oficina onde são feitas as joias, onde são esterilizados e conservados em resina.

Fonte: Traduzido e modificado de Montevideo.



quinta-feira, 7 de julho de 2016

Amazon aposta em diamantes sintéticos

 [Gold and Time] O gigante de vendas online Amazon começa a vender diamantes sintéticos produzidos pela empresa holandesa Royal Asscher (estabelecida há 162 anos) e especialmente conhecida por que foi o bisavô, Joseph Asscher, quem em 1908 se encarregou de lapidar o diamante Cullinan de 3.106 quilates, o maior diamante já encontrado.

A coleção vendida no Amazon sob a marca House of Eléonore se chama 'Paradise' e está composta em 29 peças em ouro 18 quilates com diamantes azuis, rosas, amarelos e laranjas. Os preços variam de U$ 500,00 e pode chegar aos U$10.000,00.

Segundo apontam alguns meios estrangeiros do setor, o amazon já vendia há algum tempo diamantes sintéticos e marca 'branca', mas é a primeira vez que põe em disposição ao grande público uma marca de reconhecimento internacional.
Fonte: Traduzido de Gold And Time © Copyright GOLDTIME | Diario online de información sobre joyería y relojería. Noticias y actualidad del sector de la joyería y la relojería

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Procura-se: mais mulheres para uma indústria que vende principalmente para mulheres

Mulher separando lotes de minerais-gemas.
Foto: Andrew Lucas.
Fonte: GIA.EDU
Ali Pastorini

Quando uma jovem mulher procura uma carreira, a indústria joalheira parece um meio natural. Já que a maioria das joias é usada por mulheres, com certeza o meu gênero deveria ter uma compreensão mais intuitiva do que o consumidor gosta e o que o mercado quer, não é?

Mas o que parece ser de senso comum nem sempre é o que ocorre na realidade. Eu voltei para casa depois de alguns dias na JCK Show em Las Vegas e lá eu participei de uma série de discussões de alto nível sobre temas de suma importância para o nosso negócio. Na maior parte, os membros dos respectivos paineis foram homens de meia idade.

Susan M. Jacques, presidente e CEO
do Instituto Gemológico da América (GIA).
Fonte: GIA
Certamente houve exceções notáveis na nossa indústria - mulheres fortes, influentes e inteligentes que já ocuparam cargos de liderança, e que têm servido com modelos para pessoas como eu. São elas: Susan M. Jacques, presidente e CEO do Instituto Gemológico da América; Cecilia Gardner, presidente e CEO da Jewelers Vigilance Committee; Dione Kenyon, presidente do Board of Trade Jewelers; e Ruth Batson, CEO da American Gem Society e AGS Laboratories. Essa é a boa notícia. A notícia não tão boa é que dessas, três ou quatro estarão se aposentando ao longo dos próximos 12 meses.

Ainda é uma lista incompleta, pois há outros excelentes modelos, tais como: Varda Shine, ex-CEO da Diamond Trading Company. Mas não podemos escapar do fato de que ainda hoje em um negócio onde o consumidor final é predominantemente feminino, os tomadores de decisão são principalmente do sexo masculino. Pouco deles usam ou já usaram os produtos para os quais são responsáveis.

A natureza paterna da nossa indústria provavelmente tem a ver com o fato de que estamos lidando com um item de alto valor. Dada a diferença salarial infeliz entre homens e mulheres, ainda hoje menos de 50% das mulheres realmente compram suas próprias joias (as de alto valor) para si mesmo. Esta tendência em setores com preços mais elevados não é específico para a indústria joalheira. Por exemplo, as pesquisas têm mostrado que as concessionárias de automóveis muitas vezes não condiz com clientes mulheres. Os homens são consideravelmente mais propensos a obter o melhor negócio.

Larissa Tononi analisando um diamante.
Foto: Jaqueline Carolino.
Mas os tempos estão mudando, enquanto as consideráveis disparidades salariais permanecem, mais mulheres estão se juntando à profissões que antes eram consideradas predominantemente do sexo masculino. Hoje, em muitos países ocidentais a maioria dos estudantes das escolas de medicina e direito é do sexo feminino, embora os chefes departamentos hospitalares e a maioria de parceiros advogados são do sexo masculino. Mas o tempo e a demografia vai mudar isso.

O mesmo eu acredito que acontecerá na indústria joalheira. Sou proprietária de uma empresa de joias onde tenho uma parceira também mulher, Dione Lima. As joias que produzimos são para mulheres, embora eu também encorajaria os homens a comprar nossos produtos para seus familiares, mas gostaria de acreditar que estamos produzindo bens para que as próprias mulheres possam escolher para si.

Também sou uma funcionária do World Jewelry Hub, em Panamá, onde desde o início a maioria dos cargos executivos são ocupados por mulheres. Esta não foi uma decisão estratégica, mas em que os indivíduos envolvidos foram considerados mais capazes e mais qualificados para realizar o trabalho. Este também foi o caso de várias mulheres em que mencionei como modelos em nossa indústria.

Em última análise, as mulheres não devem ser nomeadas para qualquer posição simplesmente por causa de seu sexo, mas pelo mesmo motivo não devem ser desqualificadas. Dito isso, vamos lembrar que em uma empresa onde o produto final é usado principalmente por mulheres, temos certas ideias que a maioria dos homens nunca poderiam ter.

[...]

Enquanto a sociedade latino-americana é tradicionalmente conservadora a região tem sido surpreendentemente progressiva quando se trata de mulheres em posições de liderança nacional. Em 2012, haviam cinco mulheres democraticamente eleitas em posições de liderança de governo (...)

Gostaríamos que a América Latina definisse a tendência para a indústria joalheira também. E estamos começando a fazer isso no Panamá.

Traduzido de: PASTORINI, Ali. Wanted: More women for a industry that sells mainly to women. Disponível em: https://www.gemkonnect.com/blog/wanted-more-women-industry-sells-mainly-women





quinta-feira, 23 de junho de 2016

Novo diamante de 121 quilates encontrado na África do Sul

Diamante de 121,26 quilates extraído na mina de Cullinan, África do Sul.
Fonte: Gold and Time.

[GoldAndTime] Foi encontrado recentemente na mina Cullinan, localizada na África do Sul, um diamante de 121,26 quilates. O diamante foi encontrado pela empresa mineira Petra Diamonds.

O diamante já passou por análise e foi certificado como tipo IIa de cor e pureza "excepcionais", segundo a nota enviada pela Petra, sem mais detalhes. A lapidação que em foi submetida ainda é desconhecida. 



Petra Diamonds é uma empresa britânica com sede em Jersey (uma ilha no Canal da Mancha) que atualmente opera em minas da África do Sul, Tanzânia e Botswana.

Fonte: Traduzido de Gold And Time.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

O 'ouro azul' do Afeganistão: os conflitos com os talibãs

Lápis Lazúli.
Fonte: Gold and Time.

Um informe publicado pela ONG Global Witness denuncia como os talibãs do Afeganistão e outros grupos armados vinculados ao Estado Islâmico controlam as importantes minas de lápis lazúli ao noroeste do país e estariam se beneficiando de enriquecimento ilícito em torno dos U$ 20 milhões anuais.



O Afeganistão possui as maiores reservas mundiais de lápis lazúli e a Organização pede que este mineral entre na lista dos 'minerais de conflito' já que a região onde é extraído o mineral está "totalmente fora de controle governamental", afirmam.

As minas de lápis lazúli na província de Badakhshan, próxima à fronteira de Tadjiquistão, Índia e China eram até poucos anos atrás uma das zonas relativamente mais 'tranquilas' do país. Entretanto, quando os talibãs perderam força iniciou-se uma violenta competição entre os diferentes 'senhores de guerra' locais.

Comerciantes de lápis lazúli em Kabul, Afeganistão.
Fonte: Gold and Time.
Foto: Rahmat Gul
A investigação de Global Witness evidencia também que as minas da região se transformaram em um objetivo estratégico para o autodenominado Estado Islâmico que já se estariam na região, segundo a ONG.

"As minas produzem uma ínfima fração do benefício que deveria repercutir na riqueza do país, contudo, se transformou em moeda de troca causando conflito e instabilidade que poderia ter consequências globais" adverte o responsável do estúdio, Sthepen Carter.

Carter adverte ao governo local e a seus sócios internacionais de que "a menos que se atue com rapidez, estas minas não só representam uma oportunidade perdidas, mas também uma ameaça global para o futuro".

Homem carregando um bloco de lápis lazúli.
Fonte: Gold and Time.
Foto: Philip Poupin.
De fato há algumas iniciativas por parte de alguns países como os Estados Unidos, que tem investido desde 2009 cerca de U$ 500 milhões para impulsionar o setor mineral do Afeganistão. Mas esta quantidade se torna inútil se não contar com um governo local transparente e que combata a corrupção.

Outro país que pode ter a chave para a normalização da situação é a China, cujo há interesse em exercer seu papel de moderadora entre as facções enfrentados no país, como potência regional. Entretanto, esta postura oficial contrasta com a realidade do mercado: o gigante asiático é o principal comprador de lápis lazúli, deste modo, está diretamente financiando o rearmamento dos talibãs e outros grupos armados.

Fonte: Traduzido e modificado de Gold and Time.

quinta-feira, 9 de junho de 2016

O diamante 'Aurora Green' foi vendido por U$ 17 milhões

O Aurora Green.
Foto: GoldAndTime.


[GoldAndTime] O diamante Aurora Green de 5,03 quilates de lapidação esmeralda e cor fancy foi vendido no final de maio por U$ 16,8 milhões na casa de leilão Christie's em Hong Kong. Cerca de 3 milhões abaixo da expectativa. 

O Autora Green é o maior diamante verde que se tem notícia e segundo GIA (Instituto Gemológico da América), ele é descrito como "VS2 com lapidação retangular com os cantos cortados". Seu nome procede da cor das auroras boreais do Ártico e está montado em um anel de ouro com pequenos diamantes rosa.

Fonte: Traduzido de Gold and Time.