O Novo certificado apresenta não somente a descrição e identificação da gema, mas também a graduação de seus parâmetros de qualidade.
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| Imagem: GoldandTime |
O Laboratório de Análises e Certificação do IGE&Minas apresenta seu novo certificado de gemas coradas que começou a ser emitido desde abril de 2015. Como o certificado de diamante, este novo documento é emitido em inglês para facilitar seu uso no mercado internacional e também inclui uma série de novidades importantes.
O novo certificado, que diferente do antigo, apresenta não somente a descrição gemológica e identificação da gema, mas também a graduação de seus parâmetros de qualidade, tais como Cor, Pureza, Lapidação, Peso e a presença de tratamentos.
Para obter uma descrição e graduação de cores, o parâmetro mais importante para gemas coradas, são introduzidos quatros campos no certificado, tais como: Cor (descrição em termos comuns), Graduação de cor (grau de qualidade de cor em termos comerciais GEM-AAA-AA-A-B-C), código exato da cor (em termos do sistema GemeWizard) e distribuição de cor (homogeneidade na gema).
A Graduação de cores é baseada no sistema GemeWizard, sistema mais utilizado para graduação de qualidade e avaliação de gemas internacionalmente, no qual é utilizado pelo IGE para os cursos de Graduação de Qualidade de Gemas Coradas e Avaliação de Joias desde 2010.
FONTE: Traduzido e modificado de Gold and Time.
IGE apresenta seu novo certificado gemológico para gemas coradas
Fonte: Portugal Gemas
Tal como sucede em diversos minerais, o corindo ocorre na natureza em diversas cores, sendo designado de rubi quando é vermelho e safira quando de outras cores, sendo a mais conhecida a azul. As causas da cor são variadas, mas a mais comum é a presença de elementos químicos, ditos cromóforos (geradores de cor), na estrutura cristalina, pelo que se diz que este mineral é alocromático. Por outras palavras, são determinados elementos químicos (e.g. ferro, crómio, vanádio, titânio, i.e. metais que se inserem nos chamados elementos de transição da tabela periódica) estranhos à composição do mineral (no caso Al2O3 - óxido de alumínio) que, em pequenas quantidades, são responsáveis pela cor. Quando quimicamente pura, a safira é incolor.
Na imagem (sentido destrógiro, do topo): safira laranja-avermelhada do Malawi (5,66 ct), safira amarelo canário (25,51 ct), safira violeta-púrpura (10,08 ct), safira rosa de Madagáscar (4,03 ct), safira azul (de cor natural) do Sri Lanka (4,77 ct), safira laranja “pumpkin” (10,09 ct), safira azul-violeta (11,50 ct). Ao centro, safira azul clara do Sri Lanka (21,36 ct).
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| Foto Mia Dixon © Palagems, Ca, USA |
Tal como sucede em diversos minerais, o corindo ocorre na natureza em diversas cores, sendo designado de rubi quando é vermelho e safira quando de outras cores, sendo a mais conhecida a azul. As causas da cor são variadas, mas a mais comum é a presença de elementos químicos, ditos cromóforos (geradores de cor), na estrutura cristalina, pelo que se diz que este mineral é alocromático. Por outras palavras, são determinados elementos químicos (e.g. ferro, crómio, vanádio, titânio, i.e. metais que se inserem nos chamados elementos de transição da tabela periódica) estranhos à composição do mineral (no caso Al2O3 - óxido de alumínio) que, em pequenas quantidades, são responsáveis pela cor. Quando quimicamente pura, a safira é incolor.
Na imagem (sentido destrógiro, do topo): safira laranja-avermelhada do Malawi (5,66 ct), safira amarelo canário (25,51 ct), safira violeta-púrpura (10,08 ct), safira rosa de Madagáscar (4,03 ct), safira azul (de cor natural) do Sri Lanka (4,77 ct), safira laranja “pumpkin” (10,09 ct), safira azul-violeta (11,50 ct). Ao centro, safira azul clara do Sri Lanka (21,36 ct).
A cor das safiras
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