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| Foto: Rapaport |
As tecnologias envoltas a produção de diamante sintético vem se desenvolvendo a cada dia e até então é possível identificá-los por diversos métodos. Todavia, recentemente o GIA (Gemological Institute of America) em seus laboratórios, identificou um defeito em um diamante sintético, que até o momento era unicamente característico de diamantes naturais.
O diamante rosa com 0.26 quilates e lapidação brilhante, criado pela técnica CVD (Chemical Vapor Deposition), possui o "defeito H4" em sua estrutura, possuindo quatro átomos de nitrogênio e duas vacâncias, típicos de diamantes naturais. Esta é a primeira vez que o GIA encontra este tipo de defeito em diamantes sintéticos tipo CVD. Segundo o GIA, é muito difícil produzir em laboratório diamantes com alta concentração de nitrogênio na estrutura.
Segundo gemólogos do Instituto, o diamante se formou com gás dopado com nitrogênio, enquanto a cor rosa foi produzida pela irradiação seguida de recozimento, no qual seja possível que o defeito tenha sido criado durante este processo.
GIA encontra diamante sintético com características de natural
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| O maior diamante encontrado na América do Norte. Foto: Sood Oil (Judy) Chia. |
A mina de Diavik pertence ao Rio Tinto (no qual possui 60% do seu capital) e está situada a noroeste do país.
O mineral apresenta uma cor amarela pálida e apresenta em um de seus lados certa iridescência.
Ao ser observar no microscópio é possível visualizar uma inclusão escura de origem mineral em um dos lados.
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| Observação microscópica do diamante. Fotos: Kyaw Soe Moe. |
Segundo GIA, agora resta saber se o diamante poderá ser lapidado em tamanho significativo ou em tamanhos menores.
Para ver o artigo completo em inglês clique aqui.
Fonte: Traduzido de Gold And Time.
GIA analisa o maior diamante encontrado na América do Norte
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